velho escritor redux

encontrando-me malandro criei a palavra pornologia, pensando que esse mundo ta mesmo uma pornografia empresarial, ou sejE, ta todo mundo querendo mastigar a comida de outrem. É bom você saber onde coloca suas palavras porque do jeito que vai a vaca, é bem capaz da bicha ir pro brejo.

pensei, por que, oh senhora, não fazer um texto no blog sobre pornologia, mas antes resolvi dar uma googlada goxtosa no termo. pimba! o vocábulo já é existente. criei porra nenhuma.

nesse mundo nada se cria, tudo se procria.

assim exposto, não farei um texto sobre a palavra, nem a vaca, muito menos sobre o brejo, marido da cerveja. aí eu penso, já caguei o texto mesmo, por que não continuar escrevendo até ter sede?

foi mais ou menos assim, com sede, que aprendi a escrever no workshop de literatura que fiz com o velho escritor. sangue bom aquele porra. tem duas coisas que ele gosta muito. campari e manga. diz que quando sapeca ambos goela abaixo a vaca vai para o brejo, marido da breja. essa frase é dele, aliás.

e ele continua assim: a rã é um animal feliz, mas teve a infelicidade de viver onde o substantivo feminino combina com seu ecossistema. na brasa, mora.

ele é puro trocadilho.

calenza

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